domingo, 18 de julho de 2010

Sempre.

Sempre pensei muito, sempre fui uma pessoa que refleti, e sempre tirei minhas conclusões sozinho.
E pensava, pensava que sabia o que era me divertir, pensava que sabia o que era amor, e houveram dias (diga-se de passagem anos) em que eu pensava que este nem existia em uma forma concreta. Pensava que sabia o que era prazer, e pensava que sabia que era satisfação. Também pensava que sabia o que era cansaço, e pensava que sabia o que era decepção. Sei que é desnecessária essa postagem, mas preciso desabafar, eu sei que ninguém lê esse blog, eu sei que eu pareço um debil mental, escrevendo pros fantasmas da internet, mas pouco me importa, eu não tenho paciência e muito menos idade, pra diários de papel, desculpem-me.
Já pensei que tinha amigos, e vi que eram colegas. Já pensei que tinha colegas e vi que eram amigos. Já pensei que não ia beber, e dispenso comentários. Já pensei que tinha mentalidade adulta, e vi que eu não passava de um pirralho metido a crescidinho.
Já pensei que sabia o que era um beijo, antes de conhecer certas pessoas. Pensei que sabia o que era arrependimento, até conhecer esta mesma. Pensava que era superior, e vi que somos iguais, pensava que era inferior, e vi que somos iguais. Pensava que sabia quem eu era, e vi que sou apenas mais alguém. Um alguém que tenta mudar a cada olhada no espelho, mas apenas um alguém. Prazer, Lucas Giovanni de Paula, perfil ao lado direito da página.

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