Precoce, essa é uma palavra que realmente pode me definir.
E esse mal me acompanha desde antes mesmo de eu nascer, porque na verdade algo que era pra ter acontecido em Nove meses, aconteceu sessenta e nove dias antes do previsto e causou o maior rebuliço nas vidas de muita gente. E sempre fui muito precoce propriamente dizendo... Aprendi a andar com dez meses, a falar com um ano, ao entrar na escola, tive que ser trocado um ano escolar á frente dos meus companheiros de sala, por já ter entrado sabendo ler e escrever. Com seis anos eu já falava muita coisa em inglês, e já dava até o calote nos meus pais com oito. Conversava assunto de gente grande com doze, e já era todo saidinho com quatorze... Nunca me enquadrei nos padrões sociais de que você tem que andar com pessoas da sua idade e falar aquele determinado tipo de assunto; enquanto todos os meus amigos falavam de serem astronautas ou jogadores de futebol, e as meninas em serem modelos ou atrizes eu queria ser diretor de filmes de ficção e já tinha um roteiro todo montado. (Isso minha mãe prefere chamar de ganância, mas tudo bem).
Sempre tive personalidade forte, característica notável em pessoas de um (sem querer me gabar) nível de inteligência elevado, e sempre quis ser mais que os outros.
Quando fiz quinze aninhos comecei na minha vida pervertida, conheci amigos, conheci prazeres diferentes dos quais eu já havia conhecido, vi coisas absurdas, escutei e senti também... Aliás, vivi... Sempre quis seguir o ritmo de meus amigos que a propósito, eram e são bem mais velhos do que eu, e por isso acabo me frustrando várias vezes por não ter a maioridade, e não ter os privilégios de ser mais velho.
Definitivamente NÃO sei conversar por muito tempo com pessoas infatis ou de mente pequena, pessoas sem opinião formada, diga-se de passagem, com pensamentos de adolescente ainda; e se alguém ler isso aqui deve pensar com maior desprezo do mundo: "Nossa, um adolescente metido a crescidinho tentando fala mal dos outros adolescentes!" E não tenha vergonha, eu sei que se você é mais velho lendo assim deve pelo menos se passar algo parecido com isso pela sua cabeça, mas tudo bem, eu não condeno ninguém por isso, muito pelo contrário, espero que continue assim, porque pessoas que seguem a massa do senso comum vão acabar mesmo onde você está... Reflita.
Acostumado a ser infimamente apelidado de coisas como "sub-12" "sub-20" "criança" "menininho" e coisas do tipo, hoje já não me recordo a última vez que alguém reconheceu que talvez ser precoce seja uma qualidade, e não um defeito, mas sei que muita gente tem uma invejinha de mim, por estar entrando na faculdade com dezessete anos.
Um beijo, e me segue? (risos)
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Sulfúrico.
Bú!
Bom, não é a melhor maneira de se começar uma postagem depois da reforma dada o blog, mas é com enorme prazer que eu digo que agora eu, futuro universitário farei deste blog peça fundamental para que eu treine redações e textos de diversos assuntos, sendo eles sensatos ou pitorescos.
Tenho que confessar uma coisa: Faço caretas enquanto escrevo... Coloco a língua pra fora, faço bico, mordo o lábio, cerro os dentes, faço cara de aprovação, de desaprovo e balanço a cabeça em sinal de desgosto e principalmente levanto uma ou outra sobrancelha... E percebi isso agora, escrevendo esse texto, e, aliás, esse pedaço nem era pra estar aqui! (risos)
Bom, mas voltando ao assunto proposto, que a propósito não foi apresentado, quero falar sobre ciúmes hoje. (risos)
Em todo meu período existencial, (lê-se vida) já passei por diversos casos diferentes e com o nosso mesmo amigo, o ciúmes. Muitas vezes doentio, dando uma de vilã da novela das sete e envenenando a vítima ou jogando o carro desta num precipício, ou as vezes envergonhado, de cabeça baixa, você nem percebe que ele está ali, mas ele está; e sempre é assim, ou é no limite da doença, ou no limite da paciência.
Ciúmes de família, de objetos pessoais, de amigos, (o mais comum, acredite), de namorados e etecetera. Tenho que dizer que já tive que conviver com ciúmes até de bandas, cantores e músicas... Sim, até de m-u-s-i-c-a-s. Mas em todos os casos, aprendi que não vale a pena, você sempre sai perdendo; Na hora, sua auto-estima se eleva ao máximo e se brigas com a pessoa amada, pensa-se: Não preciso dela mesmo!
Passado um tempo, percebe-se que você precisava sim dela, talvez não naquele momento no qual aconteceu o ataque do nosso amiguinho desordenado, mas no pós-briga, onde você queria ela ali do seu lado pra desabafar. Mas comumente, eu e minha outra amiga de infância (cara-de-pau, prazer), acabamos por nos entender com a vítima do ataque, simples assim.
Agora há casos presenciados como um recente, á dez segundos atrás, e devo dizer que o cronômetro ainda não parou, em que eu sinto um ódio mortal por determinada pessoa, e tenho sonhos futuristas onde eu a ameaço de morte juntamente com a minha turma de "sapatões" se ela não tirar a mão do meu conjugue (ex) (risos).(Coisa mal resolvida na minha história) (Percebe-se que eu adoro os parênteses né?).
E entre tudo isso, cabe a mim sempre, seja o ataque comigo, ou com outra pessoa, pôr o ponto final nessas histórias, e esse ponto final sempre acaba ruim, seja por meu espírito from guetto, ou decisão tomada em um acordo formal. Deixo ao destino guiar esse meu caso, e fazer o certo. (Ah é, agora eu acredito em destino...) (risos).
E é só isso que aconteceu... Mais nada. (Por enquanto).
Assinar:
Postagens (Atom)