quarta-feira, 16 de março de 2011

Sulfúrico.

Bú!
Bom, não é a melhor maneira de se começar uma postagem depois da reforma dada o blog, mas é com enorme prazer que eu digo que agora eu, futuro universitário farei deste blog peça fundamental para que eu treine redações e textos de diversos assuntos, sendo eles sensatos ou pitorescos.
Tenho que confessar uma coisa: Faço caretas enquanto escrevo... Coloco a língua pra fora, faço bico, mordo o lábio, cerro os dentes, faço cara de aprovação, de desaprovo e balanço a cabeça em sinal de desgosto e principalmente levanto uma ou outra sobrancelha... E percebi isso agora, escrevendo esse texto, e, aliás, esse pedaço nem era pra estar aqui! (risos)
Bom, mas voltando ao assunto proposto, que a propósito não foi apresentado, quero falar sobre ciúmes hoje. (risos)
Em todo meu período existencial, (lê-se vida) já passei por diversos casos diferentes e com o nosso mesmo amigo, o ciúmes. Muitas vezes doentio, dando uma de vilã da novela das sete e envenenando a vítima ou jogando o carro desta num precipício, ou as vezes envergonhado, de cabeça baixa, você nem percebe que ele está ali, mas ele está; e sempre é assim, ou é no limite da doença, ou no limite da paciência.
Ciúmes de família, de objetos pessoais, de amigos, (o mais comum, acredite), de namorados e etecetera. Tenho que dizer que já tive que conviver com ciúmes até de bandas, cantores e músicas... Sim, até de m-u-s-i-c-a-s. Mas em todos os casos, aprendi que não vale a pena, você sempre sai perdendo; Na hora, sua auto-estima se eleva ao máximo e se brigas com a pessoa amada, pensa-se: Não preciso dela mesmo!
Passado um tempo, percebe-se que você precisava sim dela, talvez não naquele momento no qual aconteceu o ataque do nosso amiguinho desordenado, mas no pós-briga, onde você queria ela ali do seu lado pra desabafar. Mas comumente, eu e minha outra amiga de infância (cara-de-pau, prazer), acabamos por nos entender com a vítima do ataque, simples assim.
Agora há casos presenciados como um recente, á dez segundos atrás, e devo dizer que o cronômetro ainda não parou, em que eu sinto um ódio mortal por determinada pessoa, e tenho sonhos futuristas onde eu a ameaço de morte juntamente com a minha turma de "sapatões" se ela não tirar a mão do meu conjugue (ex) (risos).(Coisa mal resolvida na minha história) (Percebe-se que eu adoro os parênteses né?).
E entre tudo isso, cabe a mim sempre, seja o ataque comigo, ou com outra pessoa, pôr o ponto final nessas histórias, e esse ponto final sempre acaba ruim, seja por meu espírito from guetto, ou decisão tomada em um acordo formal. Deixo ao destino guiar esse meu caso, e fazer o certo. (Ah é, agora eu acredito em destino...) (risos).
E é só isso que aconteceu... Mais nada. (Por enquanto).

Nenhum comentário:

Postar um comentário