Felicidade. Buscada, procurada, trocada, intercâmbiada, usada, quantas vezes desperdiçada, alvejada e invejada...
O objetivo de todo o mundo, o suprassumo dos mais requintados poetas, o bel prazer dos mais simples, ou simplesmente, o motivo pelo qual vivemos.
Ninguém nasce para ser triste. Muito pelo contrário, só o nascer de uma nova criaturinha, já é motivo de criar panapanás em nossas barrigas. Fico feliz só de pensar em ser feliz; em todos os meus planos para o futuro e em todos os sonhos que tenho... E talvez estes, sejam a felicidade verdadeira, já que na realidade dura, não dá para enxergar a felicidade. Cobertos por um nevoeiro de tristeza, tragédias, blasfêmias e canais de "tevê".
Para alguns o dinheiro, para outros, saúde, talvez religião, sexo, trabalho, filhos, a vida por si só, seus hobbies... Mas sabe qual meu real motivo de felicidade?
Acordar todos os dias bem cedo, e poder ver o rosto, por mais conservado que ainda esteja, mas gasto pelo suor, coragem e o tempo de mamãe, ver o entusiasmo e o vigor da idade, de meu irmão querido, e até a singela "festinha" ultrajante de minha cadelinha de estimação. E depois ver, falar, sentir, rir e enfim amar, as pessoas á minha volta.
As pessoas por si só, diga-se de passagem, AINDA, são amor; e o amor, é a mais pura felicidade. Ele é a felicidade, guardada em um pote de cerejas vermelhas em conserva, e com um outro rótulo!
(Redação proposta em meu curso, sobre "O que é a felicidade para você".)
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